A Prova do fogo ardente
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
ENCARGO DA SEMANA
MENSAGEM 6
Leitura bíblica: Mt
6:33; Ap 2:22-26; 3:3, 7-8, 11, 13, 19
Ler com oração:
Vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim
como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus. Por esta razão, não vos
torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor. E não
vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito
(Ef 5:15-18).
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QUATRO SITUAÇÕES QUE
PERMANECERÃO ATÉ A VOLTA DO SENHOR
Até que o Senhor volte, as
situações das quatro últimas igrejas descritas em Apocalipse 2 e 3 irão permanecer.
Dentre as quatro, apenas Filadélfia tem garantida a coroa, mas é advertida a
conservar o que tem para que ninguém a tome. Quanto aos que estão em Tiatira,
para serem vencedores, o Senhor requer que se arrependam das obras que ela
incita (impureza, idolatria), não se envolvam com sua doutrina, conservem o que
têm e guardem até o fim as Suas obras (Ap 2:22-26). Para os que estão na
condição de Sardes e Laodiceia, vivendo segundo seu ser e opiniões naturais, o
Senhor exige que se arrependam de suas obras (3:3, 19).
Portanto, podemos afirmar
que até a volta do Senhor haverá irmãos ainda vivendo na esfera da alma, sendo
guiados por suas razões, emoções e forte vontade natural. Infelizmente, ainda
vemos muita confusão entre os filhos de Deus, que por apegarem-se a pontos de
vista doutrinários, ou às suas próprias opiniões, vivem a vida cristã na esfera
da mente. Dedicam-se ao estudo das verdades bíblicas, incluindo até o amor
divino, mas não conseguem pôr em prática o conhecimento adquirido. Ministram boas
e eloquentes mensagens, mas seu viver está bem longe da realidade.
O reino dos céus está
próximo e se não reagirmos logo, nossa oportunidade de arrependimento pode
passar. Essa palavra nos mostra que a cada dia nosso tempo se abrevia. Como
temos vivido? O que temos feito com respeito à vontade de Deus? É hora de
despertarmos! Ainda temos tempo, mas não podemos mais desperdiçá-lo com
discussões doutrinárias ou com nossas razões. Vamos vencer as coisas de
Tiatira, de Sardes e de Laodiceia; vamos vencer as impurezas e também as coisas
da vida da alma. É tempo de buscar o Senhor e o Seu reino (Mt 6:33).
Ao vermos esse quadro
profético, devemos buscar a realidade do viver de Filadélfia. Nela há uma porta
aberta a qual ninguém pode fechar. Essa porta é a porta para o reino e, para
abri-la, Filadélfia tem a chave de Davi, a chave do reino (Ap 3:7-8). Graças ao
Senhor! Por meio de invocar o nome do Senhor e praticar Sua Palavra, também
podemos ter a chave do reino. Se usarmos essa chave para viver no espírito, negar
a nós mesmos, expressar Seu amor e praticar Sua Palavra, quando o Senhor vier
ganharemos o galardão de vencedores. Louvado seja o nome do Senhor Jesus!
Ponto chave: Usar a chave do reino.
Pergunta: Em que situação você quer ser encontrado quando o
Senhor voltar? Que você deve buscar para que isso aconteça?
MENSAGEM 5
Leitura bíblica: Mt 13:45-50; Ap 3:7-22
Ler com oração:
Conheço as tuas obras – eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar – que tens pouca força, entretanto, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome (Ap 3:8).
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O MODELO DE VIDA DA IGREJA QUE AGRADA O SENHOR
Louvamos ao Senhor pelo modelo de vida da igreja descrito em Apocalipse 3:7-13, quando Ele fala à igreja em Filadélfia. Ao aprovar o procedimento daqueles irmãos, o Senhor destaca duas práticas no meio deles: “Guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome” (v. 8). Eles invocavam o nome do Senhor e praticavam Sua palavra.
Além disso, tais práticas promoviam o amor fraternal, que é o significado de Filadélfia. Por causa disso, o Senhor afirmou: “Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa” (v. 11). Porque reconhecem que têm pouca força, os de Filadélfia não se ocupam com discussões doutrinárias, tampouco se esforçam para provar qualquer coisa. O próprio Senhor é quem os defende e prova Seu amor por eles (v. 9). Eles não perdem tempo com coisas negativas, mas procuram boas pérolas como descrito em Mateus 13:45-46. Ao encontrar uma pérola de grande valor, vendem tudo o que têm a fim de obtê-la. Isso mostra que eles não estão presos às coisas antigas.
Depois de Filadélfia, o Senhor fala à igreja em Laodiceia (Ap 3:14-22), que significa juízo ou opinião do povo. Nela vemos um grupo de irmãos que querem viver segundo suas razões e opiniões. Por viver na esfera anímica, a igreja em Laodiceia era extremamente orgulhosa e arrogante, a ponto de dizer: “Estou rico e abastado, não preciso de coisa alguma”. Para ela não há mais nada a ser revelado na Palavra. Além disso, era bastante fechada, pois até o Senhor estava do lado de fora procurando uma oportunidade para entrar.
Devido à sua arrogância, o Senhor expõe sua real condição e a repreende dizendo: “Nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu. Aconselho-te que de mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas. Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te” (Ap 3:17b-19).
Ponto - chave: Nossa opinião não deve incitar disssensões.
Pergunta : Por qual motivo o senhor assegurou a coroa aos filadélfia?
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
MENSAGEM 4
Leitura bíblica: Mt
13:24-30, 37-43
Ler com oração:
Ainda que venhais a sofrer por causa da justiça,
bem-aventurados sois. Não vos amedronteis, portanto, com as suas ameaças, nem
fiqueis alarmados; antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração (1
Pe 3:14-15a).
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MAIS O SENHOR DIANTE DOS SOFRIMENTOS
A segunda parábola apresentada em Mateus 13 é a do joio, conforme vemos: “O
reino dos céus é semelhante a um homem que semeou boa semente no seu campo;
mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele, semeou o joio no meio do
trigo e retirou-se. E, quando a erva cresceu e produziu fruto, apareceu também
o joio. Então, vindo os servos do dono da casa, lhe disseram: Senhor, não
semeaste boa semente no teu campo? Donde vem, pois, o joio? Ele, porém, lhes
respondeu: Um inimigo fez isso.Mas os servos lhe perguntaram: Queres que vamos
e arranquemos o joio? Não! Replicou ele, para que, ao separar o joio, não
arranqueis também com ele o trigo. Deixai-os crescer juntos até à colheita, e,
no tempo da colheita, direi aos ceifeiros: ajuntai primeiro o joio, atai-o em
feixes para ser queimado; mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro” (vs. 24-30).
A boa semente nessa parábola se refere aos filhos do reino
e o joio às pessoas usadas pelo inimigo (v. 38). O joio retira os nutrientes do
solo para crescer e obter toda a luz do sol que puder, de modo que o trigo não
consegue ter luz e nutrição suficientes. Assim, o trigo cresce, mas não de
forma saudável.
Então o que fazer nessa situação? Nosso desejo inicial é
arrancar o joio semeado pelo inimigo. Mas como foi semeado no meio do trigo, as
raízes do joio crescem entrelaçadas com as raízes do trigo. Se arrancarmos o
joio, o trigo poderá ser danificado, então o mais indicado é esperar a hora da
colheita, quando o trigo, maduro, se dobra com o peso do fruto e o joio fica
ereto, tornando-se facilmente identificável para ser separado do trigo e
queimado.
Esta é a nossa experiência como trigo: quando crescemos em
vida, o joio cresce junto conosco. Em vez de desanimarmos ou ficarmos
atemorizados com o joio, devemos buscar ainda mais o crescimento espiritual.
Devemos avançar seguindo a orientação do Senhor e com Ele ter mais comunhão
para dar frutos. Assim, quando chegar a época da colheita, o Senhor enviará os
Seus anjos para que ajuntem do Seu reino todos os escândalos e os que praticam
a iniquidade, lançando-os na fornalha acesa, onde haverá choro e ranger de
dentes (Mt 13:30, 37-42).
Os filhos do reino, os justos, que estiverem amadurecidos
resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai, como vencedores (v. 43).
Aleluia! Louvado seja o Senhor!
Ponto – chave: Procurar o crescimento, mesmo em meio à
perseguição e sofrimento.
Pergunta: O que fazer para crescer de forma normal?
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
O JARDIM DE JOSÉ
José,
um dos filhos mais jovens de Jacó, é um personagem bíblico
importante para os jovens. A firmeza do jovem José e seu amor ao
Senhor, a despeito das muitas tribulações por que passava, são um
exemplo a ser seguido por todos os cidadãos do reino dos
céus.
Por
outro lado, as bênçãos proféticas de Jacó, proferidas em favor de seus
filhos, nos mostram a importância dos frutos de um “José” em meio ao
povo de Deus. Jovem, você deseja ser conhecido por sua instabilidade,
por suas muitas paixões, ou pela firmeza em Cristo? Qual
é seu impacto na igreja? É possível encontrar seus frutos, seus
filhos espirituais, vivendo a realidade do reino dos céus?
A ESPERANÇA DE DEUS NÃO É COMO A DOS HOMENS
Deus
sempre desejou salvar e abençoar todos os homens (1 Timóteo 2:4). José
foi enviado ao Egito para conservação da vida, para salvação, tanto de
sua casa, quanto do povo
egípcio (Gênesis 45:5). A nossos olhos, para influenciar (e salvar)
uma nação, a melhor estratégia é utilizar um cidadão local, importante,
poderoso e, por que não, muito rico. Mas, com o fim de
salvar o reino do Egito, Deus escolheu usar um estrangeiro, um jovem
escravo, desprezado até mesmo por seus próprios irmãos.
O
Senhor não vê como vê o homem. A esperança de Deus não é como a dos
homens. Para Deus, aquele mero jovem escravo era a esperança do Egito.
Aquele jovem atado, sem controle
sobre a própria vida, era a pessoa preparada por Deus para a
conservação da vida de sua família. Deus vê em nós, jovens, a esperança
de muitas nações. A salvação dos povos, a conservação da vida
de muitos, nos foi confiada. Você está preparado para desempenhar
uma função tão crítica? Provavelmente não. Mas você pode começar a
experimentar o que é ser uma benção para aqueles que o
rodeiam.
Chegando
ao Egito, José foi vendido a um oficial de faraó, chamado Potifar, e,
por causa de José, Deus abençoou aquela casa (39:5). As pessoas podiam
perceber que o Senhor era
com José, pois tudo o que lhe era confiado chegava a bom termo (vs.
2-4). Durante o tempo de serviço a Potifar, José certamente aprendeu
muito acerca dos sistemas de administração e política
egípcios. Assim, ele estava sendo uma benção para Potifar e, ao
mesmo tempo, estava se preparando para ser uma benção para todo o Egito.
Essa
é uma grande lição para os jovens cristãos. Quer tornar-se uma benção?
Então, cumpra o que lhe foi confiado. Seja um bom filho, um bom
estudante, um bom cidadão. Não
desperdice seu tempo, não seja medíocre. Muitos jovens têm a
impressão errônea de que podem viver para si agora, já que, no futuro,
serão restringidos pelo matrimônio, a paternidade e as
responsabilidades na igreja. Todavia, quem insiste em viver para si
agora, continuará a viver para si no futuro e não obterá sucesso em
nenhuma dessas áreas. Devemos aprender a viver para Deus
hoje, glorificando Seu nome em tudo o que fazemos.
Tudo
em nossa vida é espiritual. Tudo o que fazemos, em palavra ou ação,
dever ser feito em nome do Senhor, de todo o coração, dando graças a
Deus (Colossenses 3:17, 23). Lavar
pratos é espiritual. Estudar matemática é espiritual. Respeitar as
autoridades é espiritual. Tudo é espiritual para os nascidos do
Espírito, pois, em tudo o que fazem, seguem o Espírito (João
3:8).
José
não tinha acesso a todas as bênçãos que hoje recebemos em Cristo. José
tinha apenas uma promessa, dada a seu bisavô Abraão, e uma visão, que
tivera ainda muito jovem.
Entretanto, baseada na promessa e fortalecido pela visão, José
construiu sua história com Deus. Ele conhecia o Senhor.
CUIDAR DAS RAÍZES
Podemos
perceber, ainda, que José não foi forçado a buscar Deus pelas
circunstâncias. O que o impulsionava era muito mais profundo, muito mais
poderoso: era a sua fé. Quando
parecia que nada poderia piorar, José foi injustiçado e lançado no
cárcere. Mas ali, no fundo do poço, o jovem-escravo-preso não estava
sozinho: o Senhor era com ele (39:22). Por isso José não
dependia da situação à sua volta. Ele tinha o que necessitava: o
próprio Deus. Na prisão, ele aprendeu a lidar com os inimigos do Egito,
os mesmos com quem teria de lidar, na posição de líder do
Egito. Na prisão, ele também aprendeu a esperar no Senhor.
Hoje,
o mundo tenta nos distrair, nos vender necessidades. Quem precisava de
um celular há 15 anos? Quem precisa do mundo hoje? Só aqueles que não
têm Deus. Ora, o mundo passa,
bem como a sua falsa graça. Jovem, de onde vem a sua alegria? O que
você precisa para obter paz? Você precisar esperar em Deus, lançar
raízes em Deus. Você precisa lançar raízes no amor de Deus,
a ponto de estar firmado e alicerçado (Efésios 3:17). José estava
alicerçado em Deus e, por isso, foi usado por Deus, para expressá-Lo,
para fazer o que Deus queria fazer. José era como um ramo
frutífero, junto à fonte. Seus galhos se estendiam sobre os muros. O
impacto de sua vida com Deus não se limitava à sua casa ou ao seu povo
(Gênesis 49:22).
O
jardim de José, a vida cotidiana de José, era cheio de frutos. Hoje,
cada um de nós tem a responsabilidade de cultivar e guardar seu jardim.
Temos o dever de viver uma vida
cristã baseada, arraigada e alicerçada na presença de Deus. Temos de
viver a vida normal da igreja, seguindo o Senhor Jesus e negando a nós
mesmos (Mateus 16:24). Deus nos escolheu para abençoar
a terra, trazendo Seu reino, um reino de justiça, paz e alegria. E o
caminho para nos tornarmos representantes de Deus e suprirmos vida aos
homens, é ser um ramo frutífero como José: ser uma
bênção hoje – ser uma bênção ainda maior amanhã.
Texto extraído da secção "Corre e Fala a este Jovem" edição 205 do Jornal Árvore da Vida
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